Marcio Antônio Both da Silva e Rodrigo Ribeiro Paziani
Associar historicamente o processo constitutivo da modernidade e as diferentes experiências sociais, políticas, econômicas, simbólicas e psíquicas a ela relacionadas com o conceito, as perspectivas, as razões e os sentimentos de “crise” parece ser um traço fundamental de quase todas as reflexões e escritos sobre o mundo em que vivemos. Essa provocação e as discussões que lhe dizem respeito têm presença destacada nos campos da arte e da cultura, embora não estejam ausentes em outras áreas, em particular, no campo das Ciências Humanas. Nesse universo de discussões, ganha destaque a história, a literatura, o cinema e as expressões vídeo-imagéticas em geral, as quais vão desde a história em quadrinhos, passam pelos diferentes formatos digitais hoje possíveis e chegam até a pintura. Formas de expressão e comunicação que, sem dúvida, tornaram-se fontes e objetos privilegiados da tessitura de dimensões utópicas ou distópicas: irmanadas em suas distinções – esperanças/ desesperanças, otimismo/pessimismo, busca/ausência de sentido, saídas/ labirintos, projeções/projetos etc.
Elizabeth Santos de Souza
Júlio César Suzuki, Maria Margarida Cintra Nepomuceno, Gilvan Charles Cerqueira de Araújo
Mônica Martins e Leandro Malavota.
Janaina Cardoso de Mello
Mônica de Souza Nunes Martins, Marina Monteiro Machado, Daiane Estevam Azeredo & Thiago de Souza dos Reis
Marilene Proença Rebello de Souza, Rocio Rosero Jacome, Alayde Maria Pinto Digiovanni, Rogelio de la Mora, Maria Letícia Corrêa, MÔNICA DE SOUZA NUNES MARTINS, Mayabel Ranero Castro, Elissa Rashkin, Cristina Retta
Janaina Cardoso de Mello
Alan Dutra Cardoso, Márcia Motta, Marina Machado, Reynaldo Pessôa
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