Este livro trata de um tema central para a formação da sociedade política no Brasil- a sociabilidade urbana propiciada pelas irmandades religiosas e corporações de ofícios. Pode-se dizer que a ênfase da maior parte de nossa historiografia e dos ensaios conhecidos como retratos do Brasil é posta no protagonismo do Estado em relação à sociedade. No entanto, tivemos uma experiência colonial na qual, talvez em função da própria distância física do poder metropolitano, surgiram e medraram formas de solidariedade e de sociabilidade que em boa parte regulavam a vida urbana dos habitantes de vilas e cidades. Duas delas se destacaram, as irmandades religiosas e as corporações de ofícios. Tratava-se de organizações poderosas que regulavam a vida religiosa, social e econômica de seus membros. Mesmo que o fizessem com o beneplácito do governo colonial e estivessem sujeitas à fiscalização dos senados das câmaras, elas estavam longe de ser uma extensão do braço do governo e podem ser vistas com justeza como organizações da sociedade.
Elizabeth Santos de Souza
Júlio César Suzuki, Maria Margarida Cintra Nepomuceno, Gilvan Charles Cerqueira de Araújo
Mônica Martins e Leandro Malavota.
Janaina Cardoso de Mello
Mônica de Souza Nunes Martins, Marina Monteiro Machado, Daiane Estevam Azeredo & Thiago de Souza dos Reis
Marilene Proença Rebello de Souza, Rocio Rosero Jacome, Alayde Maria Pinto Digiovanni, Rogelio de la Mora, Maria Letícia Corrêa, MÔNICA DE SOUZA NUNES MARTINS, Mayabel Ranero Castro, Elissa Rashkin, Cristina Retta
Janaina Cardoso de Mello
Alan Dutra Cardoso, Márcia Motta, Marina Machado, Reynaldo Pessôa
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